Ao usar este site, você concorda com nossa política de Política de Privacidade e Termos de Use.
Aceitar
.:: Rádio Italiana ::..:: Rádio Italiana ::.
Font ResizerAa
  • INÍCIO
  • NOTÍCIAS
  • EDITORIAS
    • Catolicismo Romano
    • Variedades
    • Dicas Culturais
    • Festival di Sanremo
    • Folclore Italiano
    • Geografia da Itália
    • Gramática Italiana
    • Hino da Itália
    • História da Itália
    • Previdência Italiana
  • CULINÁRIA
  • ENTREVISTAS
  • MÚSICA
    • Música Italiana
    • Letras de Músicas
  • TURISMO NA ITÁLIA
  • BLOG DO BOTTO
Reading: Itália aprova reforma que reduz poderes do Senado
Compartilhar
Font ResizerAa
.:: Rádio Italiana ::..:: Rádio Italiana ::.
  • Insider
Pesquisar
  • INÍCIO
  • NOTÍCIAS
  • EDITORIAS
    • Catolicismo Romano
    • Variedades
    • Dicas Culturais
    • Festival di Sanremo
    • Folclore Italiano
    • Geografia da Itália
    • Gramática Italiana
    • Hino da Itália
    • História da Itália
    • Previdência Italiana
  • CULINÁRIA
  • ENTREVISTAS
  • MÚSICA
    • Música Italiana
    • Letras de Músicas
  • TURISMO NA ITÁLIA
  • BLOG DO BOTTO
Have an existing account? Sign In
Follow US
.:: Rádio Italiana ::. > Blog > Notícias > Itália aprova reforma que reduz poderes do Senado
Notícias

Itália aprova reforma que reduz poderes do Senado

Fabio Botto
Compartilhar
Compartilhar

A Câmara dos Deputados aprovou de forma definitiva, a reforma constitucional que diminui os poderes do Senado da Itália por 361 votos a favor e sete contrários. A larga diferença na contagem se deve ao fato de que partidos de oposição boicotaram a votação.

Chamada de "Lei Boschi", em referência à autora do projeto, a ministra das Reformas Constitucionais e Relações com o Parlamento, Maria Elena Boschi, a medida acaba com o bicameralismo paritário no país e era uma das principais bandeiras do governo do primeiro-ministro Matteo Renzi. "Após dois anos de trabalho, o Parlamento aprovou a reforma constitucional! Obrigada a todos que acreditaram", postou Boschi em seu Twitter após o resultado da votação.

https://www.provincia.biella.it/

Com a nova organização, apesar de manter o nome de Senado, a Casa será formada por representantes regionais. Assim, os 315 senadores de hoje serão substituídos por 74 conselheiros regionais e 21 prefeitos, todos escolhidos pelas Assembleias Legislativas de cada região, seguindo indicações dos eleitores. Outros cinco membros serão nomeados pelo presidente da República, totalizando 100 "senadores" e nenhum deles receberia salário para atuar na função. Já os seis senadores vitalícios que a Itália ainda possui perderão seus cargos. Além disso, o novo Senado não tem mais a prerrogativa de votar a confiança ao governo, porém continuará deliberando sobre mudanças constitucionais, tratados internacionais e referendos populares. Agora, com a aprovação do Parlamento, a "Lei Boschi" precisará passar por um referendo popular no segundo semestre. A medida tem tanta importância para o líder do governo italiano que Renzi anunciou que desistirá do política caso o projeto seja rejeitado pelos cidadãos.

"Um dia histórico para a Itália. A política demonstra que é crível e séria. Agora, nós convocaremos o referendo", afirmou o premier durante a viagem que faz ao Irã. Segundo ele, "a política demonstrou que reforma a si mesma e a democracia vence". Se aprovada, porém, a lei estará em vigor plenamente após 2020.

Isso porque será necessário que todas as regiões realizem eleições já com as novas regras. Até lá, será utilizada uma "norma transitória" com a qual as regiões indicarão diretamente os senadores sem o envolvimento dos eleitores. Com tudo correndo dentro do planejado pelo governo, com esta legislatura concluindo seu mandato em 2018, a primeira região a eleger seus "senadores" será a Sicília, no outono de 2017. Mas, caso haja uma dissolução da Câmara dos Deputados nesse período, os sicilianos serão os últimos a ir às urnas, apenas em 2022. Apesar das críticas da oposição de que o projeto vai reduzir poderes, justamente, onde Renzi tem menor capacidade de controle, o premier defende que o projeto é ideal para simplificar e baratear o custo da política no país.

– Outros pontos importantes da nova lei:

– Fim das províncias: A "Lei Boschi" acaba com a figura das províncias e cria prazos para a apreciação no Parlamento de projetos do governo, que, por sua vez, teria de respeitar um limite de decretos.

– Câmara: Será a única Assembleia legislativa e também a única que dará voto de confiança ao governo. Continuarão sendo 630 deputados e eles serão eleitos em pleitos universais, como ocorre atualmente.

Senadores-conselheiros: Os 95 senadores regionais serão divididos entre as Regiões de acordo com seu "peso demográfico" – ou seja, o tamanho da população que representam. Os Conselhos Regionais elegerão, através de método proporcional, os senadores entre os próprios componentes. Um por região deve ser prefeito.

https://www.provincia.biella.it/

Imunidade: Os novos senadores terão os mesmos benefícios de proteção dos deputados: eles não poderão ser presos ou submetidos à interceptações sem a autorização do Senado.

Título V: Serão passadas para o chefe de Estado algumas competências, como o setor de energia, infraestrutura estratégica e sistema nacional de defesa civil. Na lei, a Câmara poderá aprovar medidas nos campos de competência das Regiões "quando foi solicitada a tutela de unidade jurídica ou econômica da República, além da tutela de interesse nacional".

Voto em data certa: Os regulamentos parlamentares deverão indicar um tempo certo para a votação dos projetos de leis do governo. Serão introduzidos ainda outros limites para esse tipo de medida.

Presidente da República: Ele será eleito pelos 630 deputados e pelos 100 senadores. Para os primeiros três escrutínios, serão necessários os votos para um candidato de dois terços dos componentes. A partir do quarto, baixa-se a quantidade para três quintos. Do sétimo em diante, será suficiente o voto de três quintos dos votantes. Atualmente, o quórum é mais baixo, sendo necessário apenas a maioria absoluta a partir da quarta votação.

Corte Constitucional: Cinco dos 15 juízes Constitucionais serão eleitos pelo Parlamento: três pela Câmara e dois pelo Senado.

Referendo: Foi introduzido um quórum menor do que o atual, de 800 mil assinaturas para 500 mil assinaturas. Para torná-lo válido, será necessário votar a metade dos eleitores da última eleição política e não mais a metade dos inscritos nas listas eleitorais.

Projetos de lei de iniciativa popular: Serão necessárias 150 mil assinaturas – ao invés das 50 mil atuais – para apresentar um projeto de lei de iniciativa popular. Porém, os regulamentos da Câmara devem indicar tempos precisos de exame, cláusula que não existe hoje. (Fonte: Ansa)

Você pode se interessar também por ...

FUTEBOL ITALIANO: Grêmio acerta venda de zagueiro para Udinese
Brasil e Itália discutem parcerias em infraestrutura
Documentário revela carta do Vaticano sobre pedofilia
Esportes: No World Beiseball Classic Itália surpreende
Risco de pobreza atinge 1 em cada 4 italianos
Compatilhar Este Artigo
Facebook Whatsapp Whatsapp Email Print
Artigos Recentes
Blog do BottoNotícias

Novo projeto que endurece regras para obter cidadania avança na Itália

Fabio Botto
Fabio Botto
14 de outubro de 2026
Giorgia Meloni alerta para custos de energia e critica acordo de Trump com Putin
Polícia Federal diz que máfia italiana ofereceu 250 mil euros pela “cabeça” de influencer
Privacidade rigorosa marca internação de Leão XIV no Hospital Gemelli, em Roma
FUTEBOL ITALIANO: Venezia demite técnico Giovanni Stroppa após sexta derrota seguida
Leão XIV faz fisioterapia respiratória e retoma alimentação normal após cirurgia
“SENZ’ALLEGRIA”: Cantora ítalo-brasileira Gaia Gozzi explora suas raízes culturais em novo single
Festival de Cinema de Roma entra em cartaz com programação eclética
Papa Leão XIV é diagnosticado com câncer e remove parte do pulmão
- Publicidade -
Ad imageAd image

2007 - 2026 © Radio Italiana | UNO

Welcome Back!

Sign in to your account

Username or Email Address
Password

Lost your password?