
A Procuradoria de Roma, disse a secretaria nacional da UIL "abriu um dossiê, assim como a Controladoria".
De acordo com as informações recebidas pela ANSA, o subsecretário Roberto Cecchi será ouvido nos próximos dias.
A UIL lembrou que pediu para esclarecer "as eventuais responsabilidades penais referentes ao acordo secreto para restaurar o Coliseu". A central sindical destacou que, até agora, não foi publicado nenhum documento específico sobre isso.
O acordo foi assinado em 21 de janeiro de 2010 e o sindicato alegou em sua denúncia que o "acordo com os fabricantes de sapatos Tod's representa uma espécie de venda, de entrega do Coliseu, e sobre o qual nunca houve qualquer parecer da comissão técnico-científica do Ministério dos Bens Culturais".
A empresa Tod's, segundo o acordo, desembolsará o dinheiro e obterá a participação majoritária em uma joint-venture, que administrará o famoso monumento romano.
O acordo dá à empresa o controle sobre a imagem do Coliseu, dentro e fora do país, além de poder anunciar nas entradas e andaimes do monumento utilizados no processo de restauração.




