O Instituto Nacional de Estatística da Itália (Istat) informou que a taxa de desemprego no país caiu para 5,3% no primeiro trimestre de 2026, uma redução de 0,4 ponto percentual em relação aos três meses anteriores.
Trata-se do menor nível desde o início da série histórica, em 2004.
Ao mesmo tempo, a taxa de ocupação atingiu 62,7% no período, alta de 0,2 ponto ante o quarto trimestre de 2025, o que representa o maior patamar já registrado pelo levantamento trimestral do Istat.
O número total de pessoas com trabalho na Itália chegou a 24,207 milhões no primeiro trimestre deste ano, segundo o instituto. O aumento foi de 67 mil indivíduos em comparação com o trimestre imediatamente anterior e de 50 mil em relação ao mesmo período de 2025.
A alta trimestral no emprego foi impulsionada principalmente pelo crescimento de 72 mil trabalhadores autônomos e por um acréscimo de 9 mil com contratos temporários. Esses ganhos superaram a queda de 13 mil empregados com contratos permanentes.
Já o número de desempregados caiu 110 mil ante o último trimestre de 2025 e recuou 394 mil na comparação anual. Por outro lado, a taxa de inatividade — que mede a parcela da população de 15 a 64 anos que não está ocupada nem procurando trabalho — subiu 0,1 ponto percentual, chegando a 33,7%.




