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Escola e ensino italianos são reprovados, segundo estudo

Fabio Botto
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Eles odeiam as matérias que estudam e não suportam mais as tarefas e as perguntas em salas de aula. Além disso, desejariam usar as novas tecnologias para tornar o estudo menos enfadonho e mais divertido. 

Murais e professores mais jovens e "modernos" são as outras propostas para uma escola ideal. É o que surge de um estudo patrocinado por Comunicazione Perbene (uma associação sem fins lucrativos), realizado entre 1.600 alunos do ensino médio e superior, mediante acompanhamento em blogs, fóruns, comunidades especializadas sobre o ensino e nas mais importantes redes sociais.

Os alunos não se sentem à vontade em sala de aula (73%). Há os que consideram a escola um local de tortura (21%) e quem não tem um bom relacionamento com seu professor e que sonha com professores no estilo Robin Williams, no filme "Sociedade dos poetas mortos" (63%). 

Além disso há os que falam de programas "ultrapassados" (56%) e de métodos de ensino chatos e tradicionais (49%). Para mudar a situação e melhorar as escolas, os jovens lançam novas ideias. Entre murais feitos para colorir as paredes (31%) e professores mais jovens (35%), a proposta mais "explosiva" é a utilização de smartphones, iPad e videojogos em sala de aula (67%).

Já que as matérias não mudam (27%), estudá-las com novas ferramentas de comunicação pelo menos as tornaria mais digeríveis (75%), além de melhorar o relacionamento com os colegas e com o professor (61%). Esta experiência será realidade, a partir do ano que vem, na Universidade de Medicina de Stanford, que fornecerá 90 iPad para estudar.

O que os estudantes mais criticam na própria escola? Em primeiro lugar, os professores: há alunos que se queixam que eles têm a idade dos avós (39%), os que os consideram pouco preparados (27%) e os acusam de permanecer em sala de aula só para torturá-los, sem nunca estimular uma relação aluno-professor (19%). 

Vinculada aos professores, mas também à organização escolar em geral, os jovens criticam os métodos de aprendizagem que são forçados a seguir. Desde os que queimariam já aqueles "tijolos" que quebram a coluna (51%), aos que já não aguentam as habituais tarefas de classe e questões (55%) e se sentem ridículos quando forçados a decorar para aprender (33%), terminando com os que ficam doentes só de pensar em voltar a ler, sublinhar e repetir ao longo do ano letivo (47%).

Os alunos também apontam o dedo para os programas das matérias, que em sua opinião são chatos e desinteressantes (69%). Eles não entendem porque são obrigados a estudar o pensamento de alguém que morreu há 500 anos (65%) ou fórmulas matemáticas incompreensíveis e que não servem para nada (52%). Para outros é um absurdo utilizar programas que permanecem imutáveis há 50 anos (41%). 

Os estudantes tampouco poupam críticas à estrutura dos prédios. Salas depredadas (61%), paredes sujas e com cores deprimentes (43%), cadeiras desconfortáveis e bancos em um estado deplorável (71%).

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