
"Decidimos que o FMI estará envolvido com o monitoramento, usando a sua própria metodologia, e os italianos disseram que podem conviver com isso", disse uma fonte da UE.
Representantes italianos, porém, afirmam que o país deve apenas pedir "conselhos" ao Fundo.
O primeiro-ministro da Itália, Silvio Berlusconi, participa do evento ao lado do ministro da Economia do país, Giulio Tremonti.
O déficit público de Roma chega a 120% do Produto Interno Bruto (PIB), o que obrigou o governo a adotar pacotes de austeridade.




