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Maior corte desde 2ª Guerra põe em risco recuperação da Europa

Fabio Botto
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Maior corte desde 2ª Guerra põe em risco recuperação da Europa
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Maior corte desde 2ª Guerra põe em risco recuperação da Europa  Os cinco maiores países da União Europeia (Alemanha, França, Grã-Bretanha, Espanha e Itália) cortarão, juntos, cerca de 375 bilhões de euros em gastos públicos para tentar reduzir seus elevados déficits.

Mas as medidas de austeridade orçamentária, as mais expressivas desde a Segunda Guerra Mundial, poderão comprometer, na avaliação de especialistas, as tímidas perspectivas de retomada do crescimento econômico no continente.

https://www.provincia.biella.it/

“Os planos de rigor fiscal na Europa ocorrem no pior momento”, afirma Jean-Paul Fitoussi, presidente do Observatório Francês de Conjunturas Econômicas. “Eles arriscam reduzir um crescimento que já é baixo e de comprometer as perspectivas em 2011”, afirma.

Dados relativos ao primeiro trimestre deste ano – os últimos disponíveis, divulgados em julho – indicam que o PIB da zona do euro aumentou 0,2% em relação ao trimestre anterior e 0,6% na comparação anual, segundo a Eurostat.

O melhor desempenho foi da Itália, que registrou aumento de 0,5% em relação ao trimestre anterior, de acordo com a agência de estatísticas da União Europeia.

Na Espanha, que anunciou a redução de 5% dos salários dos funcionários públicos e a diminuição de benefícios sociais, entre outras iniciativas, as medidas já entram em vigor neste ano. Nas outras grandes economias do bloco, os cortes serão implementados a partir de 2011.

Para Benjamin Carton, economista do Cepii (Centro de Estudos Prospectivos e de Informações Internacionais), em Paris, os países do “eixo duro”, que adotaram as medidas mais drásticas, de redução dos salários dos funcionários públicos, como a Grécia, a Espanha e Portugal, sofrerão “um impacto negativo muito forte sobre seu crescimento econômico”.

“A medida era necessária porque tem efeitos imediatos sobre o déficit público e acalma as pressões exercidas pelos mercados, mas pesará sobre o consumo interno e representa um entrave ao crescimento econômico”, disse Carton à BBC Brasil.

O economista prevê que o impacto, no caso desses três países que anunciaram a redução dos salários do funcionalismo, será o “prolongamento da recessão”, que poderá retardar a retomada do crescimento econômico até 2012.

https://www.provincia.biella.it/

Os planos anunciados pelas maiores economias europeias levaram os economistas do banco Goldman Sachs a ampliar suas estimativas sobre o impacto negativo que essas restrições orçamentárias deverão ter sobre o crescimento econômico.

“Estimamos agora que, na zona do euro, essas medidas vão amputar o crescimento de 0,2 a 0,4 pontos percentuais do PIB em 2010 e 2011”, afirma a economista Natacha Valla, do Goldman Sachs.

A previsão anterior, realizada em junho, previa um impacto negativo de 0,1 a 0,3 pontos percentuais no período 2010-2012.

O banco prevê que o crescimento na zona euro será de 1,4% neste ano e de 2,2% em 2011.

A Alemanha aprovou cortes drásticos de 80 bilhões de euros até 2014. A Grã-Bretanha, que não integra a zona do euro, anunciou um orçamento de emergência que prevê a redução de 84 bilhões de libras em gastos públicos (cerca de 100 bilhões de euros) nos próximos quatro anos e também o aumento dos impostos para reduzir o déficit dos atuais 10,1% do PIB para 1,1% no prazo de cinco anos.

A França, com um déficit público que poderá ultrapassar 8% do PIB neste ano, assumiu o compromisso de reduzi-lo para 3% do PIB em 2013, diminuindo seu déficit em 100 bilhões de euros até 2013.

A França é o único país que aposta em um crescimento econômico na faixa de 2,5% para aumentar suas receitas e reduzir seu déficit público. Dos 100 bilhões de euros que o governo espera obter até 2013, a metade viria da diminuição das despesas e a outra metade do aumento da arrecadação decorrente da expansão da atividade econômica.

A Grécia deu início a uma crise de confiança nos mercados que obrigou os países ricos a adotar medidas de austeridade e colocou outras economias menores, como Portugal, no olho do furacão.

Os temores de contágio da deterioração das finanças públicas dos países europeus vêm afetando o euro, que apesar de uma leve recuperação nos últimos dias, já acumula, desde o início do ano, uma desvalorização de quase 10%.

A queda do euro poderá estimular as exportações europeias e ter um impacto positivo sobre o crescimento econômico de até um ponto percentual no PIB, estima a economista Natacha Valla, do banco Goldman Sachs.

Apesar do possível impacto negativo sobre o crescimento econômico, os pacotes de austeridade também incluem efeito positivos, como o de interromper imediatamente a escalada dos juros que estavam sendo cobrados nos empréstimos a longo prazo de alguns países, afirmam especialistas.

Além disso, os planos de aumentar a idade mínima para aposentadoria, anunciados por países como a França e a Espanha, “não têm efeito imediato nas contas públicas, mas reduzem a dívida a longo prazo. Isso tranquiliza os mercados em relação à solvência dos Estados”, diz Carton, do Cepii.

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