
O último a entrar na questão polêmica foi o ministro do Interior, Roberto Maroni, que afirmou ter "praticamente terminadas as entradas de imigrantes ilegais no país, graças à eficácia da política de combate à imigração ilegal do governo".
Entidades de defesa dos direitos humanos e a Organização das Nações Unidas, ONU, ainda tentam convencer Berlusconi de que ele está cometendo um crime contra pessoas que já sofrem o suficiente em suas terras natais.
Maroni informou ainda que ao longo do ano 6588 imigrantes ilegais, que pediram asilo político, desembarcaram na ilha de Lampedusa, mas nas últimas semanas o local está vazio.
A decisão do primeiro ministro italiano, apesar da pressão que vem sofrendo, pelo que tudo indica não será alterada, e isso poderá interferir na relação com os países da própria União Européia.




