
"Em cinco anos, teremos a tarefa de reduzir os impostos, os quais não têm comparação em toda a história republicana deste país. Uma revolução copérnica, sem aumentar o débito", explicou o premier. Renzi detalhou que, em 2016, o plano prevê a "eliminação do imposto sobre o primeiro imóvel, assim como Imposto Municipal Único (IMU) agrícola". No ano seguinte, haverá intervenções no Imposto sobre Renda Societária (Ires) e no Imposto Regional sobre Atividade Produtiva (Irap). Por fim, em 2018, o premier pretende alterar o Imposto de Renda de Pessoas Físicas (Irpef) e a previdência italiana.
"O PD não é o partido dos impostos. Nunca soube se fomos isso, mas era a percepção das pessoas. Agora vamos nos tornar o primeiro partido que reduzirá os impostos de verdade", disse.
Renzi prometeu que, apesar das medidas, a Itália não aumentará seu déficit público e respeitará o teto de 3% do Produto Interno Bruto (PIB). Com 40 anos de idade, Renzi foi eleito o mais jovem premier da Itália em fevereiro de 2014. Desde que assumiu, ele prometeu uma agenda de reformas, entre elas trabalhista e educacional.




