
"Nossa medida [de não distribuir Viagra] é uma provocação, obviamente. Não podemos bloquear a entrega de drogas anticancerígenas, por exemplo, mas podemos fazer isso com medicamentos que não são vitais para o paciente", disse à ANSA Loredana Vasselli, diretora de uma famárcia hospitalar em Roma.
"Não entregar o Viagra serve para chamar a atenção e nos permite dizer que nos opomos à flexibilização e aos cortes no setor. As novas medidas estão permitindo a entrada de funcionários privados ao setor público", afirmou a farmacêutica.
Com a crise que assola a Itália, o governo técnico de Mario Monti tomou numerosas medidas de cortes de gastos públicos, inclusive em setores como o da Saúde e o da Educação. Monti substituiu Silvio Berlusconi em meados de novembro do ano passado para tentar recuperar aquela que é a terceira maior economia da zona do euro.




