
Os juízes que aceitaram o pedido de adiamento do processo alegaram motivos políticos, explicando que o compromisso parlamentar do ex-premier é um "passo fundamental" e inadiável para a atividade política do País.
O tribunal considerou "não oportuno manter as audiências" dos dias 20 e 21 de março, considerando que o pedido de transferência do processo ainda deve ser validado, e decidiram remarcar a audiência para a próxima segunda-feira.
A procuradora do caso, Ilda Boccassini, comentando sobre outro pedido de adiamento por parte de Berlusconi, afirmou que "em outro país [o adiamento] seria um ultraje, difamação e desacato à Corte. E aqui também é".




