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“URBI ET ORBI”: Em bênção de Páscoa, Papa cobra acesso universal a vacinas

Fabio Botto
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O papa Francisco voltou a cobrar que a comunidade internacional se empenhe para superar os atrasos na distribuição de vacinas anti-Covid e para compartilhadas com os países mais pobres.

Em sua bênção “Urbi et Orbi” (“À cidade e ao mundo”), realizada nos dias de Páscoa e Natal, o líder da Igreja Católica disse que todos, “sobretudo as pessoas mais frágeis”, têm direito aos tratamentos contra o novo coronavírus e que as vacinas “constituem um instrumento essencial” na luta contra a pandemia.

“No espírito de um ‘internacionalismo das vacinas’, exorto toda a comunidade internacional a um empenho compartilhado para superar os atrasos em sua distribuição e favorecer seu compartilhamento, especialmente com os países mais pobres”, disse.

Segundo o portal Our World in Data, já foram aplicadas cerca de 650 milhões de doses de vacinas anti-Covid no mundo, mas quase 70% estão concentradas na Europa, na América do Norte e na China. A África, que tem 15% da população do planeta, responde por menos de 2% das doses administradas até o momento.

Em sua bênção de Páscoa, Francisco também disse que a pandemia, ainda em “pleno curso”, provocou uma crise econômica e social “muito pesada” e “aumentou dramaticamente o número de pobres e o desespero de milhares de pessoas”. “Apesar disso – e é escandaloso – não param os conflitos armados e se reforçam os arsenais militares”, acrescentou.

Além disso, o Papa lamentou as limitações de culto impostas em vários países para coibir aglomerações e frear a disseminação do novo coronavírus. “Rezemos para que tais limitações, como qualquer limitação à liberdade de culto e religião no mundo, possam ser removidas e que a cada um seja permitido rezar e louvar a Deus livremente”, disse.

Crises internacionais

Como de hábito na bênção “Urbi et Orbi”, o líder da Igreja Católica mencionou algumas das principais crises em curso no planeta, do Haiti a Myanmar, passando por países como Síria, Iraque, Iêmen e Ucrânia.

“Meu pensamento e encorajamento vão ao caro povo haitiano, para que ele não se sinta sobrecarregado com as dificuldades, mas sim olhe ao futuro com confiança e esperança”, declarou Francisco, acrescentando que deseja que os problemas do país se resolvam “definitivamente”.

O Haiti, um dos países mais pobres do mundo, vive mais uma crise política e registra protestos recorrentes contra o presidente Jovenel Moise. Jorge Bergoglio também citou os “jovens de Myanmar que se empenham pela democracia, fazendo ouvir pacificamente a própria voz, cientes de que o ódio pode ser dissipado apenas pelo amor”.

O país asiático foi chacoalhado por um golpe de Estado no início de fevereiro e já tem mais de 550 mortos em protestos contra o regime instaurado pelos militares.

Francisco ainda aproveitou a ocasião para pedir paz na “amada e martirizada Síria”; no Iêmen, cujo conflito “circundado por um silêncio ensurdecedor e escandaloso”; e na Líbia, onde, com o novo governo de união nacional, “finalmente se vê uma via de saída para uma década de combates sangrentos”.

“Que todas as partes envolvidas se empenhem efetivamente para interromper os conflitos e permitir aos povos exaustos pela guerra que vivam em paz e iniciem a reconstrução de seus respectivos países”, declarou.

Além disso, o pontífice voltou a defender a solução dos dois Estados para o conflito entre Israel e Palestina e desejou que o Iraque, país que o recebeu no início de março para uma visita inédita, “possa continuar no caminho de pacificação para que se realize o sonho de Deus de uma família humana hospitaleira e acolhedora com todos os seus filhos”.

Francisco ainda orou por apoio às “populações africanas que veem o próprio futuro comprometido por violências internas e pelo terrorismo internacional, especialmente no Sahel e na Nigéria, bem como nas regiões de Tigré [na Etiópia] e Cabo Delgado [em Moçambique]”.

Já no fim da bênção, o Papa pediu que os prisioneiros dos conflitos, especialmente na Ucrânia oriental, que vive uma escalada de tensão nas últimas semanas, e em Nagorno-Karabakh, território disputado por Armênia e Azerbaijão, “possam retornar sãos e salvos às próprias famílias”.

Jorge Bergoglio ainda lembrou dos refugiados e agradeceu aos países que os “acolhem com generosidade, especialmente o Líbano e a Jordânia, que hospedam muitíssimos deslocados que fugiram do conflito sírio”.

Francisco também desejou “consolação” ao povo libanês, que “atravessa um período de dificuldade e incertezas”, e cobrou ajuda da comunidade internacional para apoiar a vocação do país de ser uma “terra de encontro, convivência e pluralismo”.

Em sua viagem de retorno do Iraque, em 8 de março, o Papa havia afirmado que o Líbano seria um de seus próximos destinos internacionais, porém ainda não há data para a visita.

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