
Além disso, três por cento não se pronunciaram, de acordo com uma pesquisa Ifop que foi publicada no Journal du Dimanche, de Paris.
A proporção de católicos franceses que desejam a saída de Bento XVI chega a 47 por cento entre os não-praticantes, mas cai para 31 por cento entre os católicos praticantes. Interrogados sobre se a Igreja Católica deve “modificar seu discurso e suas posições para levar em conta as mudanças que se apresentaram na sociedade e nos costumes”, uma ampla maioria dos católicos franceses estima que “sim”, sobretudo, no que diz respeito aos métodos anticoncepcionais.
Segundo a pesquisa, 85 por cento desejam que a Igreja modifique sua posição sobre a contracepção (75 por cento entre os católicos praticantes); 83 por cento esperam que faça o mesmo sobre o aborto; 77 por cento, sobre o casamento entre divorciados; e 69 por cento, sobre a homossexualidade.
A pesquisas surpreende levando-se em conta as relações especiais do Vaticano com a França, país consdierado “filha primogênita da Igreja, além de o papado já ter sido sediado em Avignon.




