
Em outras palavras, se não há vagas para as imigrantes dessas regiões, é porque sua formação e profissionalismo não se enquadram nos anúncios de emprego.
Um estudo realizado por dois economistas do Banco de Itália, Antonio Accetturo e Luigi Infante, revelou as razões pelas quais muitas mulheres pertencentes a nacionalidades específicas permanecem de "mãos vazias" depois que chegam à Itália.
O relatório cita dados da Fundação Iniciativas e Estudos sobre a diversidade étnica (Ismu) com base em uma amostragem de imigrantes que vivem na região da Lombardia, no norte da Itália.
As diferenças entre as várias nacionalidades surgem de uma comparação com uma taxa de ocupação que, para toda a amostra, é de aproximadamente 60%.




