
De acordo com o jornal 'Il Manifesto', 'a vida de Magri havia se tornado insuportável, tanto no âmbito político quanto no pessoal, principalmente após a morte de câncer de sua mulher'.
Como conta o jornal, Magri deixou tudo por escrito: 'Não quero funerais, por favor, nem todas essas inúteis comemorações. Luciana (Castellina) se ocupará da gestão editorial dos meus textos. Para os amigos e colegas deixo uma carta que poderão ler quando tudo tiver terminado'.
Magri fazia parte dos chamados dissidentes do Partido Comunista que, em 1969, fundaram o jornal 'Il Manifesto'.
Em 1974, após a saída do PCI, ele funda o Partido da Unidade Proletária pelo Comunismo, apesar de ter voltado em 1984 ao PCI, o qual novamente abandonou em 1991 quando esta formação política se transformou no Partido Democrático da Esquerda (PDS) e participou do nascimento do Partido da Refundação Comunista.
Em 2009, publicou o livro de memórias 'The Tailor of Ulm: A History of Communism', considerado um guia de ideologia comunista no mundo inteiro.




