
De acordo com o documento, o tempo perdido devido a problemas vinculados à mobilidade urbana se traduz em perdas econômicas, isso sem considerar o impacto ambiental e sobre a saúde dos cidadãos. Em uma área urbana como Roma, esse valor poderia chegar a quase € 8 bilhões.
O Livro Branco de 2011, de acordo com o relatório, identifica nas ''áreas urbanas o contexto onde experimentar soluções inovadoras'' para a mobilidade com o ''objetivo de reduzir pela metade até 2030 e sucessivamente eliminar até 2050 o uso de carros com combustíveis convencionais nos transportes urbanos''. Também existe a intenção de ''introduzir até 2030 um sistema de logística urbana com zero de emissões de CO2''.
De acordo com o estudo, o custo anual sustentado pelas famílias para o transporte individual é de cerca € 170 bilhões (€ 50 bilhões sob a forma de impostos), contra um custo total para os transportes públicos de cerca € 10 bilhões.
Ao nível internacional, Londres é uma das cidades mais evoluídas para os carros elétricos. Já Paris investe na disseminação de um sistema de transporte solidário (car sharing) elétrico em grande escala, enquanto para Berlim a mobilidade elétrica está ligada à oportunidade de promover o crescimento da economia alemã.




