
O santuário se situa em uma colina com vista sobre o vale do rio Aniene e de onde se chega a ver Roma, graças aos seus 235 metros de altura.
Submetido a anos de escavações, o templo revelou há dois anos um de seus muros laterais de seis metros de altura por 21 de comprimento, que se erguem sobre uma área de 3 mil m², apenas parcialmente explorados.
No local convivem com o templo restos de arqueologia industrial, como uma forja e uma fábrica de papel fundadas pelo irmão de Napoleão, Luigi Bonaparte, uma usina elétrica e um convento do século XVI, ainda em funcionamento, que a cidade de Tivoli quer manter.
No entanto, a maior atração do santuário é o teatro romano de 700 lugares que, livre da camada de concreto que o protegeu desde a sua descoberta, há 30 anos – quando, por falta de verbas todo o complexo foi literalmente enterrado, à espera de tempos melhores-, será aberto ao público a partir de junho.
Um Antiquário, situado em um prédio moderno de dois andares, abrigará esculturas e restos arquitetônicos encontrados durante as escavações. (ANSA)




