
No grupo detido ou com ordem de prisão decretada figura pelo menos 10 colombianos, segundo o coronel Edoardo Cappellano.
Pelo menos 80 pessoas estão sendo investigadas. Os italianos envolvidos pertencem em sua maioria à máfia da Calábria ou de Piacenza e seus arredores.
"As irmãs do convento que servia de base para os traficantes não estavam a par de nada. Um dos guardas, um colombiano, era quem permitia a entrada dos cúmplices sob o falso pretexto de peregrinações e retiros espirituais", disse Cappelano.
"Ao invés de entrar com breviários, entravam com cocaína", completou o coronel da polícia.
Um comunicado dos polícia afirma que a operação, que levou três anos de investigação, representa "um grave revés para o tráfico de cocaína nos departamentos de Piacenza, Milão, Parma, Bergamo, Brescia, Lecco, Lodi, Varese e La Spezia", zonas prósperas do norte do país.
"A droga chegava da Colômbia e transitava pelos caminhos clássicos: Espanha, Holanda/Suíça, México, Peru/Equador e República Dominicana", completa o comunicado.
Da Espanha, a droga era levada a bordo de caminhões que cruzavam a França até o norte da Itália.




