
"Continuaremos a insistir com o governo brasileiro, porque é a única maneira de induzi-lo a rever uma posição equivocada", disse Caliendo.
"Nós mantemos a nossa posição, mesmo porque o terrorismo na Itália foi processado com ritos normais e, a diferença do que aconteceu em outros países, foi vencido através dos processos".
Caliendo reforçou que a Itália "continuará a insistir com o governo brasileiro, para que reconsidere sua posição equivocada".
A decisão do caso Battisti agora está com o Supremo Tribunal Federal (STF), que até o começo de março deverá se manifestar sobre a matéria.




