
De acordo com informações da Agência Brasil, estavam presentes no evento o ministro do Desenvolvimento Econômico da Itália, Claudio Scajola, a presidente da Confederação Geral da Indústria Italiana (Confindustria), Emma Marcegaglia, e o presidente da Associação de Bancos Italiana (ABI), Corrado Faissola. Também é esperado o ministro da Fazenda, Guido Mantega.
Promovido pela Fiesp, pelo Instituto Italiano para o Comércio Exterior (ICE) e pelos ministérios do Desenvolvimento Econômico e das Relações Exteriores, o evento pretende ampliar as relações econômico-comerciais e culturais entre Itália e Brasil.
O fórum está na agenda da missão formada por 400 empresários e autoridades do governo italiano.
Eles representam mais de 150 empresas e instituições financeiras dos setores de infraestrutura e construção civil; energia e meio ambiente; bens de consumo e agroindústria; máquinas, equipamentos e componentes mecânicos; e bancos, federações de indústrias e prestadores de serviço.
Entre os temas a serem debatidos no Fórum Econômico Brasil-Itália estão os biocombustíveis. Também está marcada para o período da tarde uma rodada de negócios.
Além disso, a previsão é que seja assinado um memorando de entendimento entre o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) e a Societá Italiana per Le Imprese All'Estero (Simest) — organização controlada pelo governo da Itália e que tem o objetivo de promover a internacionalização das empresas do país.
O documento pretende viabilizar a instalação do projeto Campus Empresarial, uma iniciativa que facilitará o investimento de companhias italianas no Brasil com a instalação de um condomínio empresarial, relacionado principalmente a empreendimentos do setor metalmecânico.
O ministro do Desenvolvimento Econômico da Itália, Claudio Scajola, disse que seu governo quer participar de projetos brasileiros de desenvolvimento, como o Programa de Aceleração do Crescimento (PAC). Scajola é o líder da missão empresarial que começou suas atividades no país.
A Itália é o 9ª maior parceiro econômico do Brasil, e o Brasil, o 8º da Itália. Nos últimos dez anos, a penetração dos produtos brasileiros na nação europeia cresceu 232,2%, aumentando as trocas de US$ 2,2 bilhões para US$ 7,3 bilhões. Já a importação de produtos italianos subiu 116,5%, passando de US$ 3,7 bilhões para US$ 7,9 bilhões.




