
Entrevistado pela emissora Tg1, Berlusconi disse que teve a mesma sensação que todos os italianos ao ver as imagens do Papa sendo derrubado no chão. O premiê disse que ficou preocupado e não acreditou no que viu.
"Penso que realmente devemos combater estas fábricas de mentira, extremismo e também de ódio", complementou Berlusconi, que disse ter transmitido ao Vaticano e a Bento XVI seu "sentimento de proximidade", também em nome do governo e do povo italiano.
O premiê descansa por recomendação médica após ter sido agredido no rosto em Milão, no dia 13. Ele foi atingido por uma miniatura de ferro da catedral da cidade atirada por Massimo Tartaglia, 42 anos, que está preso e tem problemas mentais.




