
Em um relatório, a organização não-governamental afirma que o acordo teria sido assinado em segredo em 3 de abril entre a ministra do Interior da Itália, Anna Maria Cancellieri, e o presidente do CNT, Mustafá Abdul Jalil.
No entanto, a Anistia Internacional informou que não conhece o conteúdo exato do acordo.
Segundo a entidade, Roma subscreveu o convênio apesar de informações sobre a existência de abusos de direitos humanos de imigrantes, candidatos a asilo político e refugiados e "apesar do fato de continuar sem existir na Líbia um mecanismo que permita determinar o status dos refugiados".




