
Os preços das habitações caíram 15% em Roma e 14,23% em Milão. O relatório da Fiaip registrou no centro da capital italiana um preço entre € 4.500 e € 10 mil por metro quadrado, e na periferia extrema entre € 1.900 e € 3.200.
Perugia teve o maior declínio de valor (-17,13%), enquanto em Taranto foi de -2%. Avellino apresentou uma diminuição dos preços de 5,75%, enquanto Palermo registrou -14,36%. Florença teve -8%, Veneza -8,43; Salerno -11,11%; Genova -12%; enquanto a marca de Nápoles ficou em -13%, Bolonha -13,74%, Turim -13,75 e Cagliari -14%.
A demanda por imóveis para alugar é "muito forte", sempre de acordo com a Fiaip, que em seu relatório registrou um aumento de contratos de 3,21%, frente à diminuição de 5,6% dos preços.
"A locação é escolhida principalmente por jovens e famílias sem condições de comprar. Essa condição poderia ser restabelecida com contratos de aluguel com resgate após 30 anos", observou o presidente da entidade, Paolo Righi. A maioria das locações se refere a apartamentos de dois (37%) ou três quartos (36%), e os imóveis se situam predominantemente em áreas centrais (32%) ou próximas, e estão em bom estado.




