
Segundo informações da prefeitura local e da Defesa Civil, 1.115 pessoas foram evacuadas de suas casas após a explosão, que foi forte o suficiente para destruir algumas construções das imediações e comprometer a estrutura de outras. No momento, a área do acidente está isolada e as pessoas que moram nas proximidades da estação foram abrigadas em hotéis da cidade.

O grupo Ferrovie dello Stato, responsável pelo transporte ferroviário do país, acredita que pistões da locomotiva tenham quebrado, causando o descarrilamento do trem. Dois vagões com tanques de GLP (gás liquefeito de petróleo) explodiram.
No hospital Versilia, de Viareggio, estão dez pessoas internadas e os corpos de 11 mortos. Outros dois ainda serão encaminhados para lá, assim que os bombeiros conseguirem retirá-los dos destroços do trem. A operação é complexa, porque há cisternas com GLP que ainda podem explodir.
Uma criança estrangeira, cuja nacionalidade não foi informada, sofreu fortes queimaduras e foi levada de helicóptero para o hospital Bambin Gesù, em Roma, onde não resistiu e acabou morrendo.
Além dela, uma mulher que foi internada no hospital de Massa e uma outra transferida ao centro médico de Pisa também morreram. Todas as mortes foram causadas pelas graves queimaduras sofridas.
Ainda não se tem maiores informações sobre o último óbito.
Massa e Pisa ainda registram dez feridos em estado gravíssimo. Todas as vítimas do acidente receberam os primeiros atendimentos no hospital Versalia e então foram transferidos a outras cidades de helicóptero. Os hospitais de Florença, Milão, Turim, Cesena, Parma, Gênova, Lucca e Carrara auxiliam no tratamento dos pacientes.




