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POLÍTICA: Oposição tem medo de perder “poltronas”, diz primeiro-ministro italiano Matteo Renzi

Fabio Botto
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Em campanha pela vitória do "sim" no referendo que pode reduzir drasticamente o papel do Senado na política italiana, o primeiro-ministro Matteo Renzi acusou a oposição de ter medo de perder suas "poltronas".   

Se o "sim" triunfar na consulta popular, os atuais senadores terão mais trabalho para renovar seus mandatos em 2018, já que a Câmara Alta será reduzida de 315 para 100 membros e todos os seus componentes serão indicados pelos conselhos de cada uma das regiões (estados) do país.   

"Os parlamentares do [Movimento] 5 Estrelas e da Liga [Norte] sabem que, se o referendo passar, um em cada três irá para casa.   

Estão aterrorizados com a chance de perder a poltrona e viver a experiência mística de voltar a trabalhar", afirmou o premier, em referência aos dois partidos que fazem a oposição mais dura ao seu governo.   

Segundo Renzi, os dirigentes dessas legendas têm consciência de que seu espaço poderá ser reduzido em caso de vitória do "sim".   

Por sua vez, o secretário-geral da Liga Norte, Matteo Salvini, declarou que quem está preso ao cargo é o primeiro-ministro.   

"Ele deve se preparar para fazer as malas em outubro. Os insultos de Renzi não me atingem", afirmou o líder extremista.   

Agendada para outubro, a consulta popular decidirá sobre o projeto de lei que acaba com o bicameralismo paritário no país, uma das principais bandeiras do premier. O texto foi aprovado em abril passado e prevê uma drástica redução dos poderes do Senado, que seria transformado em uma casa de representantes regionais, apesar de manter seu nome atual.   

Assim, os 315 senadores de hoje seriam substituídos por 74 conselheiros regionais e 21 prefeitos, todos escolhidos pelas Assembleias Legislativas de cada região, seguindo indicações dos eleitores. Outros cinco membros seriam nomeados pelo presidente da República, totalizando 100 "senadores", sendo que nenhum deles receberia salário. Os seis senadores vitalícios que a Itália ainda possui perderiam seus cargos.   

Além disso, esse novo Senado não poderia mais votar a confiança ao governo, porém continuaria deliberando sobre mudanças constitucionais, tratados internacionais e referendos populares.   

A chamada "Lei Boschi", em referência à sua autora, a ministra para as Reformas Constitucionais Maria Elena Boschi, também acaba com a figura das províncias e cria prazos para a apreciação no Parlamento de projetos do governo, que, por sua vez, teria de respeitar um limite de decretos.   

A iniciativa é uma das principais bandeiras de Matteo Renzi, que a defende com o objetivo de simplificar e baratear o custo da política italiana. No entanto, oposicionistas criticam o projeto porque ele reduz os poderes da casa onde a base aliada do primeiro-ministro é mais frágil, o Senado. (Ansa)

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