
Em entrevista à agência DPA, Merkel, por sua vez, disse que o governo italiano "deve se empenhar mais para ativar as medidas de austeridade".
"Nenhum Estado pode, atualmente, crer que está no fim do processo de reformas. Todos nós devemos pensar, no futuro, em ajustes. Mas da Itália pode-se dizer que o país já se empenhou em fazer muito", afirmou a chanceler alemã.
Merkel também ressaltou que a Itália pode reconquistar a confiança dos mercados colocando em prática os planos de austeridade.
"A diretora do Fundo Monetário Internacional, Christine Lagarde, disse que o problema da Itália não é a situação financeira, mas a falta de confiança", relembrou a chanceler.
"A confiança, na atual situação, é uma moeda rara, da qual se tem muita necessidade", destacou.
A França, por sua vez, afirmou esperar que o governo italiano aplique rapidamente as reformas prometidas para a estabilização da zona do euro, segundo o ministro francês das Relações Exteriores, Alain Juppé.




