
"Não vou entrar no mérito se a Região deve ou não financiá-lo, cabe a eles decidir com critérios que, espero, sejam imparciais. No entanto, acho que questões cívicas tão importantes devem ser tratadas com consciência e respeito, ainda que pensemos de forma diferente. Já a polêmica, que muitas vezes tem elementos instrumentais, é para mim uma dor que compartilho com muitas das pessoas que são tocadas por ela", acrescentou.
Dom Mazzocato também lembrou que a diocese fará algumas reflexões sobre a questão por ocasião do Dia Internacional da Vida, em 4 e 5 de fevereiro, com a participação do teólogo cardeal Elio Sgreccia.
"Recebi uma carta da Associação de familiares com filhos ou parentes em estado vegetativo que, com argumentos, se opõem ao financiamento do filme. Todas as vozes devem ser ouvidas, e que as controvérsias são funcionem como uma mordaça para nenhuma delas, porque isso não é democrático", concluiu o arcebispo.




