
Conforme nota divulgada pelo ministro do Exterior, Franco Frattini, e a ministra das Oportunidades Iguais, Mara Carfagna, destacam que essa é uma forma de dizer à toda a comunidade internacional que a Itália e os italianos estão ao lado da iraniana. Os cartazes permanecerão no palácio Chigi enquanto Sakineh não estiver a salvo e livre.
Segundo a nota, os ministros defendem um princípio que tem valor universal: “não podemos aceitar que uma mulher, de qualquer parte do mundo, esteja sujeita à uma pena de morte por apedrejamento, uma prática horrível e desumana que condenamos firmemente na medida em que é contrária aos direitos humanos fundamentais.




