
No documento se lê que "aproximadamente 46% da população entre 25 e 64 anos só tem o diploma do ensino médio, representando o seu grau máximo de escolaridade, o que está bem distante da média da União Europeia (UE), que é de 27,9%.
Com relação aos dados educacionais, o citado instituto verificou que, no período de um ano, 47% dos italianos leram pelo menos um livro. Além disso, "pouco mais de um italiano em cada dois (55%) lê um jornal ao menos uma vez por semana, e pouco mais de um em cada cinco utiliza a internet para ler (…) jornais, notícias ou revistas".
Segundo outra estatística, 48,9% das mulheres italianas não trabalham e nem estão procurando emprego, o que representa a segunda maior taxa de inatividade feminina da UE, atrás só da ilha de Malta.
Já entre os desempregados, 45% estão em busca de trabalho há mais de um ano, o que representa uma das taxas de desemprego prolongado (44,4%) mais longas da UE de 27 países, sempre com referência a dados de 2009.
Também existe a questão do emprego irregular. Segundo as estatísticas levantadas, um em cada cinco empregos no sul da Itália é ilegal, na agricultura o são um em cada quatro, enquanto em todo o país a quantidade deste tipo de trabalho é de 11,9%. A região com mais empregos ilegais é a Calábria (extremo sul do país), com 26,6%; e a com menos é a Emilia Romagna (norte), com 8,5%. Estes dados se referem a 2008.




