
Em um discurso aos deputados, Cancellieri negou que tenha mentido ou cometido alguma atitude que não condiz com seu cargo. "Na transferência de Giulia Ligresti não houve nenhum cuidado incomum, foi uma atividade de prevenção que se desenvolveu de maneira autônoma. Eu rejeito com absoluta firmeza a suspeita de que exista uma 'justiça de classe', que distingue entre ricos e pobres. Os meus deveres como ministra e a minha consciência não deixariam eu me comportar de outra maneira neste caso", afirmou.




