
Fontes da CGIL disseram que na principal passeata nacional, em Bolonha (centro da Itália), participaram mais de 100 mil pessoas, 80 mil em todo o Veneto (nordeste do país), 70 mil em Nápoles (sul), 70 mil em Milão (norte), 25 mil em Palermo (sul), 20 mil em L'Aquila (centro) e 10 mil em Bari e Cagliari.
Sacconi espera que seja a última greve –
De Treviso, o ministro do Trabalho Maurizio Sacconi, disse esperar que "esta greve, até pela baixa adesão, seja a última" e que o protesto desta sexta-feira (25) "possa pré-anunciar uma nova fase na vida da CGIL, vinculada também à renovação de sua cúpula" e, em particular, "à retomada do diálogo entre as principais organizações sindicais", o que implicaria na disponibilidade à 'escuta recíproca'. (ANSA)




