
A medida beneficiará diretamente a Itália, cuja região central foi atingida por uma série de abalos sísmicos entre agosto de 2016 e o início de 2017. O valor é um meio-termo entre os 100% propostos pela Comissão Europeia e os 90% sugeridos pela Alemanha, com apoio de Áustria, Dinamarca, Finlândia, Holanda, Reino Unido e Suécia.
Em novembro passado, o poder Executivo da UE havia proposto uma mudança nas regras do Fundo Europeu de Desenvolvimento Regional para permitir que seus recursos pudessem ser utilizados sem a contrapartida de um financiamento nacional.
A ideia, no entanto, não convenceu alguns Estados-membros do norte da Europa, que no fim de março tentaram impor uma cota de cofinanciamento nacional de 10%. Os embaixadores dos 28 países e o Parlamento Europeu chegaram a um acordo em torno do limite de 95%.
Os terremotos na Itália deixaram 333 mortos e provocaram 23 bilhões de euros em danos.




