
Na Itália, as mulheres sofrem mais com o desemprego que os homens (a taxa de ocupação entre os dois sexos é de 48,1% e 66,5%, respectivamente) e recebem menos – segundo a Organização para a Cooperação e o Desenvolvimento Econômico (Ocde), essa diferença é de 5,6% em favor dos homens.
Atualmente, 192 mil famílias são chefiadas por mães desempregadas solteiras ou divorciadas, um aumento de 5% em relação ao ano anterior. Contando todas as famílias sem renda de trabalho, o número chega a 1,085 milhão (6,6% do total), queda de 0,7% na comparação com 2015.
Desse total, 587 mil estão no sul do país, 300 mil, no norte, e 198 mil, no centro. Por outro lado, outras 13,9 milhões de famílias (84,24%) estão plenamente empregadas.




