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Notícias

Primeiro-ministro da Hungria elogia relação com o governo de Giorgia Meloni

Fabio Botto
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O primeiro-ministro da Hungria, Viktor Orbán, presidente rotativo da UE, afirmou nesta sexta-feira (6) que um encontro entre os líderes da Rússia, Vladimir Putin, e da Ucrânia, Volodymyr Zelensky, é possível para encerrar a guerra desencadeada em 2022.

“Um encontro entre Putin e Zelensky é certamente possível e necessário”, declarou ele a discursar no Fórum Ambrosetti, em Cernobbio, na Itália.

https://www.provincia.biella.it/

O premiê húngaro, expoente da extrema direita europeia, lembrou que “há uma grande literatura na Europa sobre como criar a paz e esta literatura abundante refere-se ao diálogo que, se não ocorrer no momento certo, a escalada cresce e tudo fica mais difícil”.

“Depois, há o cessar-fogo, sobre o qual existe um mal-entendido na opinião pública ocidental de que devemos primeiro elaborar um plano de paz, depois iniciar negociações e depois implementar o cessar-fogo”, acrescentou.

Orbán advertiu que “o processo não é assim, porque olhando para as experiências mais recentes”, o seu ponto de vista pessoal é que “primeiro vem o cessar-fogo, depois o diálogo e finalmente o plano de paz”.

Durante o discurso, o líder da Hungria reagiu com irritação a uma pergunta de um jornalista sobre se planejava “fazer as pazes” com Zelensky, após as divergências causadas pela sua visita a Moscou assim que assumiu o cargo de presidente rotativo da UE.

“Temos um bom relacionamento, do que você está falando?”, disse Orbán ao repórter. “O diálogo é realmente importante. Se não houver diálogo não há possibilidade de paz”, acrescentou, defendendo a sua viagem à Rússia para ver Putin.

Além disso, o primeiro-ministro húngaro teceu elogios à sua homólogo italiana, Giorgia Meloni, com quem partilha o espaço da extrema-direita europeia, mas de quem se distanciou formando um novo grupo parlamentar. Ela também apoia firmemente Kiev e rejeita qualquer aproximação com Putin.

“Meloni é minha ‘irmã cristã’. No início, esta relação não tinha um papel importante na política europeia, mas agora juntos podemos abrir uma nova era”, enfatizou.

https://www.provincia.biella.it/

Segundo Orbán, “ter as mesmas bases culturais desempenha um papel mais importante do que no passado” e Giorgia Meloni “não é apenas uma colega política, mas uma ‘irmã cristã’, um conceito que tem um significado político fundamental para a Hungria” e “também para a Itália”. “Este aspecto cultural da política regressará à Europa como deveria ser”.

Migração – Por fim, ele referiu-se a uma das questões que unifica a extrema direita europeia, que é a crise migratória. “A imigração está a desintegrar cada vez mais a estrutura europeia e seria muito melhor conceder a opção de optar por sair aos países da UE que não querem seguir a política comum, em vez de forçá-los a permanecerem juntos”, afirmou.

Para Orbán, “há um problema grave na Itália e em muitos países” que “decidiram deixar entrar muitos imigrantes” e agora têm “dificuldades em gerir a coexistência”, ao contrário da Hungria, que “nunca os deixou entrar”.

Desta forma, as decisões que devem ser tomadas pertencem “à soberania nacional”. Em sua declaração, o húngaro criticou a Comissão Europeia, liderada por Ursula von der Leyen.

“A Comissão Europeia provou ser um fracasso em termos de competitividade da economia europeia, de imigração e de parar a guerra”, disse ele.

“Quando falo da competitividade da Europa, refiro-me, antes de mais, a reconsiderar o Acordo Verde, porque agora está a ser gerido contra a comunidade empresarial e a lógica e os interesses das empresas europeias”, concluiu, referindo-se ao plano de transição verde para a Europa.

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